
JACARTA – A Direcção de Crimes Económicos Especiais, Bareskrim Polri, tomou medidas firmes ao bloquear um total de 63 contas bancárias afiliadas à PT Dana Syariah Indonesia (DSI). Esta ação faz parte de uma investigação aprofundada sobre supostas práticas fraudulentas que causaram perdas aos investidores de até uma cifra fantástica de IDR 2,4 trilhões.
Brigue.
“Pedido de bloqueio de 63 números de contas pertencentes à PT DSI e suas empresas afiliadas, nomeadamente pessoas colectivas e singulares”, afirmou Ade Safri no seu comunicado escrito de quarta-feira (28/1).
Além disso, os investigadores da Subdirecção Bancária II não se limitaram ao bloqueio. Vários bens móveis suspeitos de estarem relacionados com a DSI também foram confiscados. Dinheiro no valor de Rp. 4 bilhões foram protegidos com sucesso de 41 contas que foram bloqueadas. Além disso, um veículo de quatro rodas e dois veículos de duas rodas também foram confiscados como parte dos esforços para recuperar as perdas.
“Apreendemos bens móveis pertencentes à PT DSI sob a forma de 1 veículo de quatro rodas e 2 veículos de 2 rodas”, disse.
O modus operandi revelado por Bareskrim Polri é muito comovente. A PT Dana Syariah Indonesia (DSI) é fortemente suspeita de realizar projetos fictícios de engenharia. Eles utilizam habilmente os dados existentes sobre os destinatários do investimento (mutuários) e depois afirmam que o projeto exige novo financiamento.
“Foi isso que despertou o interesse desses credores, que havia projetos que precisavam de financiamento e eles vieram para investir”, explicou o brigadeiro-general Ade Safri durante busca no escritório do PT DSI na sexta-feira (23/1).
O impacto deste ato fraudulento é muito amplo. Estima-se que cerca de 15.000 credores ou membros do público sejam vítimas. Este período de perdas estendeu-se bastante, nomeadamente entre 2018 e 2025, com perdas totais atingindo 2,4 biliões de IDR.
“As vítimas no período de 2018 a 2025 foram aproximadamente 15.000 credores ou membros do público. Eram proprietários de capitais suspeitos de utilização indevida ou cuja distribuição de fundos não estava de acordo com o uso pretendido”, explicou. (IMPRENSA)

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