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Dr. Hendri: As crianças precisam ser orientadas na educação para o planejamento de carreira



OPINIÃO – O mundo do trabalho atual não é mais uma linha reta e estática, mas um ecossistema dinâmico e cheio de incertezas. No meio de rápidas mudanças tecnológicas e de tendências industriais em mudança, a educação já não é apenas o processo de obtenção de um diploma. A educação deve ser uma bússola que orienta as crianças para um futuro concreto. É aqui que o papel dos pais e educadores como principais guias se torna crucial na elaboração de planos de carreira desde cedo.
O processo de orientar as crianças no planeamento de carreira começa com a exploração do seu próprio potencial. As crianças muitas vezes têm interesses amplos, mas não direcionados. A orientação adequada os ajuda a reconhecer pontos fortes únicos, seja talento artístico, habilidades lógicas matemáticas ou inteligência interpessoal. Sem orientação, este potencial é como uma semente que cai em terra árida; existe, mas é difícil crescer de forma otimizada. Com uma observação cuidadosa, os acompanhantes podem proporcionar estímulo através de atividades extracurriculares ou de alfabetização relevantes para aprofundar a compreensão da criança sobre os seus interesses.
Além de se conhecerem, as crianças precisam ser orientadas a compreender a realidade do mundo do trabalho. A educação formal muitas vezes apresenta uma lacuna entre a teoria da sala de aula e as necessidades da indústria. Através de discussões abertas e orientação profissional, as crianças são convidadas a ver como as lições que estudam hoje se correlacionam com a sua futura profissão. Por exemplo, como o domínio de uma língua estrangeira abre portas na indústria criativa global ou como a compreensão da ciência está subjacente à inovação no domínio das energias renováveis. Este guia dá sentido a cada processo de aprendizagem, para que as crianças tenham motivação intrínseca porque sabem para onde vão.
Além disso, um planeamento de carreira bem orientado ajuda as crianças a desenvolver resiliência e flexibilidade. As carreiras futuras não exigem apenas competências técnicas (hard skills), mas também competências para a vida (soft skills), como resolução de problemas e adaptabilidade. Quando as crianças são orientadas a estabelecer metas educacionais alinhadas com os seus sonhos, elas aprendem a ser responsáveis ​​por essas decisões. Eles não são apenas vagabundos, mas navegadores capazes de ajustar as velas conforme a direção dos ventos da indústria muda.
Em conclusão, orientar as crianças na educação para o planeamento de carreira é um investimento inestimável a longo prazo. Não se trata de impor a vontade dos pais, mas sim de fornecer ferramentas adequadas para que as crianças sejam capazes de tomar decisões inteligentes e independentes. Com a orientação certa, a educação deixará de ser uma mera rotina académica para se transformar numa jornada estratégica rumo a uma vida adulta plena e significativa.

Jacarta, 18 de janeiro de 2026
Dr. Hendri, ST., MT
Acadêmico/Presidente Geral dos Jornalistas Nacionais da Indonésia



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